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Ibovespa 170.257 pts 2.3%
IFIX 3.842,46 pts 0.46%
NASDAQ 26.854 pts 0.89%
Dow Jones 50.814 pts 1.01%
S&P 500 7.569,84 pts 0.52%
Dólar R$ 5,08
Euro R$ 5,90
Bitcoin R$ 318.206 5.22%
Ethereum R$ 9.002,81 3.76%
Petróleo (Brent) US$ 97,03 1.07%
Ouro US$ 4.480,33 1.3%

As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

Utilidade Pública
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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
AXIA6 Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás
R$ 121.15 bilhões R$ 55,88 5,58% 17,40 1,37 R$ 15.64 bilhões
AXIA3 Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás
R$ 121.15 bilhões R$ 50,90 5,51% 16,02 1,26 R$ 103.25 bilhões
SBSP3 Cia de Saneamento Basico do Es
R$ 43.70 bilhões R$ 27,16 2,42% 11,29 2,25 R$ 95.73 bilhões
CMIG4 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 28.89 bilhões R$ 10,86 8,74% 6,37 1,07 R$ 20.69 bilhões
CMIG3 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 28.89 bilhões R$ 15,60 5,88% 9,47 1,59 R$ 14.92 bilhões
EQTL3 Equatorial Energia SA
R$ 25.69 bilhões R$ 39,81 4,09% 31,39 1,89 R$ 50.12 bilhões
CPFE3 CPFL Energia SA
R$ 24.30 bilhões R$ 43,23 8,60% 8,68 2,06 R$ 49.81 bilhões
CPLE3 Cia Paranaense de Energia
R$ 23.83 bilhões R$ 14,32 7,30% 16,00 1,82 R$ 42.71 bilhões
ISAE4 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 21.43 bilhões R$ 27,12 6,85% 7,60 0,83 R$ 11.41 bilhões
10º
ISAE3 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 21.43 bilhões R$ 33,57 5,46% 9,53 1,04 R$ 8.00 bilhões
11º
ENEV3 Eneva SA
R$ 20.38 bilhões R$ 24,38 38,31 2,44 R$ 47.22 bilhões
12º
ENGI3 Energisa SA
R$ 19.65 bilhões R$ 11,73 2,60% 15,74 1,52 R$ 11.45 bilhões
13º
ENGI11 Energisa SA
R$ 19.65 bilhões R$ 47,14 3,22% 12,70 1,23 R$ 24.93 bilhões
14º
ENGI4 Energisa SA
R$ 19.65 bilhões R$ 8,88 3,36% 12,18 1,18 R$ 13.70 bilhões
15º
EGIE3 Engie Brasil Energia SA
R$ 13.60 bilhões R$ 34,09 3,64% 14,74 2,78 R$ 38.94 bilhões
16º
SAPR3 Cia de Saneamento do Parana
R$ 12.70 bilhões R$ 8,26 4,27% 10,49 1,01 R$ 4.16 bilhões
17º
SAPR11 Cia de Saneamento do Parana
R$ 12.70 bilhões R$ 37,32 5,17% 9,37 0,90 R$ 11.44 bilhões
18º
SAPR4 Cia de Saneamento do Parana
R$ 12.70 bilhões R$ 7,29 5,39% 9,15 0,88 R$ 7.34 bilhões
19º
AURE3 Auren Energia S.A.
R$ 11.91 bilhões R$ 11,97 -10,04 1,09 R$ 12.57 bilhões
20º
CBEE3 Ampla Energia e Servicos SA
R$ 9.97 bilhões R$ 15,31 106,63 0,54 R$ 6.94 bilhões
21º
ALUP3 Alupar Investimento SA
R$ 9.29 bilhões R$ 11,91 2,91% 10,99 1,32 R$ 8.00 bilhões
22º
ALUP11 Alupar Investimento SA
R$ 9.29 bilhões R$ 32,50 3,32% 9,63 1,16 R$ 10.61 bilhões
23º
ALUP4 Alupar Investimento SA
R$ 9.29 bilhões R$ 10,15 3,52% 9,07 1,09 R$ 3.22 bilhões
24º
CSMG3 Cia de Saneamento de Minas Ger
R$ 8.77 bilhões R$ 60,00 4,25% 14,79 2,29 R$ 22.82 bilhões
25º
LIGT3 Light SA
R$ 8.32 bilhões R$ 2,69 0,39 0,12 R$ 1.00 bilhão
26º
CEEB5 Cia de Eletricidade do Estado
R$ 8.11 bilhões R$ 43,01 13,47% 6,02 1,39 R$ 1.17 bilhão
27º
CEEB3 Cia de Eletricidade do Estado
R$ 8.11 bilhões R$ 47,02 12,01% 6,76 1,56 R$ 7.15 bilhões
28º
TAEE4 Transmissora Alianca de Energi
R$ 7.96 bilhões R$ 13,05 8,26% 8,71 1,72 R$ 5.78 bilhões
29º
TAEE3 Transmissora Alianca de Energi
R$ 7.96 bilhões R$ 12,93 8,39% 8,57 1,69 R$ 7.64 bilhões
30º
TAEE11 Transmissora Alianca de Energi
R$ 7.96 bilhões R$ 38,91 8,36% 8,60 1,69 R$ 13.36 bilhões
31º
REDE3 Rede Energia Participacoes SA
R$ 6.24 bilhões R$ 5,91 6,81% 13,31 2,42 R$ 15.18 bilhões
32º
PASS3 COMPASS GAS E ENERGIA
R$ 5.73 bilhões R$ 25,78 4,74% 15,47 3,34 R$ 18.41 bilhões
33º
COCE5 Cia Energetica do Ceara
R$ 5.61 bilhões R$ 32,61 4,43% 5,72 0,52 R$ 1.02 bilhão
34º
COCE3 Cia Energetica do Ceara
R$ 5.61 bilhões R$ 33,32 0,72% 5,69 0,51 R$ 1.78 bilhão
35º
EQPA7 EQUATORIAL PARA DIST ENERGIA PRF SHS C
R$ 5.56 bilhões R$ 10,00 1,35% 14,31 3,97 R$ 12.01 milhões
36º
EQPA6 EQUATORIAL PARA DIST ENERGIA PRF SHS B
R$ 5.56 bilhões R$ 6,59 2,04% 9,43 2,62 R$ 7.15 milhões
37º
CLSC4 Centrais Eletricas Santa Catar
R$ 4.14 bilhões R$ 136,50 6,70% 7,52 1,32 R$ 3.15 bilhões
38º
ENMT4 Energisa Mato Grosso - Distrib
R$ 3.91 bilhões R$ 38,89 7,76% 13,49 2,52 R$ 5.58 bilhões
39º
ENMT3 Energisa Mato Grosso - Distrib
R$ 3.91 bilhões R$ 38,98 8,31% 12,59 2,35 R$ 2.94 bilhões
40º
CASN3 COMPANHIA CATARINENSE D AGS E SMNT CASAN
R$ 2.73 bilhões R$ 10,45 31,39 4,41 R$ 5.98 bilhões
41º
EKTR4 Elektro Redes SA
R$ 2.28 bilhões R$ 37,39 13,54% 8,30 3,27 R$ 3.81 bilhões
42º
EKTR3 Elektro Redes SA
R$ 2.28 bilhões R$ 51,52 9,16% 11,15 4,39 R$ 4.73 bilhões
43º
CEGR3 Cia Distribuidora de Gas do Ri
R$ 2.18 bilhões R$ 39,00 1,67% 15,11 4,64 R$ 10.13 bilhões
44º
CGAS5 Cia de Gas de Sao Paulo - COMG
R$ 1.72 bilhão R$ 123,00 7,21% 10,67 9,54 R$ 3.52 bilhões
45º
CGAS3 Cia de Gas de Sao Paulo - COMG
R$ 1.72 bilhão R$ 124,00 6,55% 10,67 9,54 R$ 12.88 bilhões
46º
GEPA4 Rio Paranapanema Energia SA
R$ 1.36 bilhão R$ 38,30 16,70% 205,33 2,67 R$ 2.99 milhões
47º
GEPA3 Rio Paranapanema Energia SA
R$ 1.36 bilhão R$ 36,00 18,17% 188,67 2,45 R$ 1.40 milhão
48º
RNEW4 Renova Energia SA
R$ 1.15 bilhão R$ 0,92 -2,29 0,28 R$ 57.38 milhões
49º
RNEW3 Renova Energia SA
R$ 1.15 bilhão R$ 0,95 -2,40 0,29 R$ 295.21 milhões
50º
AMBP3 Ambipar Participacoes e Empreendimentos S.A.
R$ 1.09 bilhão R$ 0,16 -1,11 0,26 R$ 267.27 milhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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