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Ibovespa 170.257 pts 2.3%
IFIX 3.842,46 pts 0.46%
NASDAQ 26.854 pts 0.89%
Dow Jones 50.814 pts 1.01%
S&P 500 7.569,84 pts 0.52%
Dólar R$ 5,08
Euro R$ 5,89
Bitcoin R$ 329.578 2.77%
Ethereum R$ 9.029,79 5.53%
Petróleo (Brent) US$ 96,76 0.79%
Ouro US$ 4.480,33 1.3%

As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
PETR4 Petroleo Brasileiro SA
R$ 445.19 bilhões R$ 41,37 7,56% 5,03 1,22 R$ 225.32 bilhões
PETR3 Petroleo Brasileiro SA
R$ 445.19 bilhões R$ 46,26 6,80% 5,60 1,35 R$ 344.28 bilhões
ITUB4 Itaú Unibanco
R$ 199.78 bilhões R$ 38,77 8,52% 9,51 2,21 R$ 209.71 bilhões
ITUB3 Itaú Unibanco
R$ 199.78 bilhões R$ 39,90 8,52% 9,51 2,21 R$ 224.15 bilhões
VALE3 Vale SA
R$ 191.22 bilhões R$ 81,90 6,76% 23,56 1,92 R$ 371.74 bilhões
BBAS3 Banco do Brasil SA
R$ 186.52 bilhões R$ 19,58 4,10% 8,09 0,62 R$ 112.21 bilhões
BBDC4 Banco Bradesco
R$ 173.55 bilhões R$ 17,37 8,51% 7,88 1,08 R$ 91.86 bilhões
BBDC3 Banco Bradesco
R$ 173.55 bilhões R$ 15,11 8,83% 6,90 0,95 R$ 80.14 bilhões
AXIA3 Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás
R$ 121.15 bilhões R$ 50,90 5,51% 16,02 1,26 R$ 103.25 bilhões
10º
AXIA6 Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás
R$ 121.15 bilhões R$ 55,88 5,58% 17,40 1,37 R$ 15.64 bilhões
11º
SANB11 Banco Santander Brasil SA
R$ 97.21 bilhões R$ 26,72 8,50% 6,58 1,05 R$ 19.75 bilhões
12º
SANB4 Banco Santander Brasil SA
R$ 97.21 bilhões R$ 13,90 8,52% 6,87 1,09 R$ 51.15 bilhões
13º
SANB3 Banco Santander Brasil SA
R$ 97.21 bilhões R$ 12,93 8,31% 6,41 1,02 R$ 49.38 bilhões
14º
ITSA4 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 90.20 bilhões R$ 12,60 9,32% 8,53 1,61 R$ 92.74 bilhões
15º
ITSA3 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 90.20 bilhões R$ 12,75 9,20% 8,64 1,63 R$ 49.13 bilhões
16º
ABEV3 Ambev SA
R$ 90.13 bilhões R$ 16,07 5,26% 16,51 2,85 R$ 253.32 bilhões
17º
BPAC5 Banco BTG Pactual SA
R$ 74.51 bilhões R$ 15,88 2,95% 9,39 2,18 R$ 47.20 bilhões
18º
BPAC3 Banco BTG Pactual SA
R$ 74.51 bilhões R$ 23,81 1,51% 18,27 4,24 R$ 173.78 bilhões
19º
BPAC11 Banco BTG Pactual SA
R$ 74.51 bilhões R$ 50,71 2,29% 12,08 2,81 R$ 223.43 bilhões
20º
GGBR4 Gerdau SA
R$ 52.77 bilhões R$ 24,13 3,02% 27,57 0,86 R$ 30.60 bilhões
21º
GGBR3 Gerdau SA
R$ 52.77 bilhões R$ 20,61 3,58% 23,26 0,72 R$ 14.78 bilhões
22º
HAPV3 Hapvida Participacoes e Invest
R$ 48.15 bilhões R$ 11,10 -14,24 0,13 R$ 5.58 bilhões
23º
SUZB3 Suzano SA
R$ 48.04 bilhões R$ 41,22 0,01% 4,66 1,10 R$ 52.11 bilhões
24º
SBSP3 Cia de Saneamento Basico do Es
R$ 43.70 bilhões R$ 27,16 2,42% 11,29 2,25 R$ 95.73 bilhões
25º
CMIG4 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 28.89 bilhões R$ 10,86 8,74% 6,37 1,07 R$ 20.69 bilhões
26º
CMIG3 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 28.89 bilhões R$ 15,60 5,88% 9,47 1,59 R$ 14.92 bilhões
27º
PRIO3 Petro Rio SA
R$ 26.63 bilhões R$ 62,57 20,97 2,04 R$ 54.59 bilhões
28º
RENT3 Localiza Rent a Car SA
R$ 26.31 bilhões R$ 40,44 4,76% 20,96 1,80 R$ 43.78 bilhões
29º
EQTL3 Equatorial Energia SA
R$ 25.69 bilhões R$ 39,81 4,09% 31,39 1,89 R$ 50.12 bilhões
30º
CPFE3 CPFL Energia SA
R$ 24.30 bilhões R$ 43,23 8,60% 8,68 2,06 R$ 49.81 bilhões
31º
CPLE3 Cia Paranaense de Energia
R$ 23.83 bilhões R$ 14,32 7,30% 16,00 1,82 R$ 42.71 bilhões
32º
ISAE4 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 21.43 bilhões R$ 27,12 6,85% 7,60 0,83 R$ 11.41 bilhões
33º
ISAE3 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 21.43 bilhões R$ 33,57 5,46% 9,53 1,04 R$ 8.00 bilhões
34º
USIM5 Usinas Siderurgicas de Minas G
R$ 20.54 bilhões R$ 11,40 -5,32 0,68 R$ 6.24 bilhões
35º
USIM3 Usinas Siderurgicas de Minas G
R$ 20.54 bilhões R$ 10,09 -4,84 0,61 R$ 7.12 bilhões
36º
USIM6 Usinas Siderurgicas de Minas G
R$ 20.54 bilhões R$ 8,51 -3,84 0,49 R$ 563.88 mil
37º
ENEV3 Eneva SA
R$ 20.38 bilhões R$ 24,38 38,31 2,44 R$ 47.22 bilhões
38º
ENGI4 Energisa SA
R$ 19.65 bilhões R$ 8,88 3,36% 12,18 1,18 R$ 13.70 bilhões
39º
ENGI3 Energisa SA
R$ 19.65 bilhões R$ 11,73 2,60% 15,74 1,52 R$ 11.45 bilhões
40º
ENGI11 Energisa SA
R$ 19.65 bilhões R$ 47,14 3,22% 12,70 1,23 R$ 24.93 bilhões
41º
GOAU4 Metalurgica Gerdau SA
R$ 18.92 bilhões R$ 10,29 3,39% 22,57 0,69 R$ 8.62 bilhões
42º
GOAU3 Metalurgica Gerdau SA
R$ 18.92 bilhões R$ 9,37 3,63% 21,12 0,64 R$ 4.56 bilhões
43º
B3SA3 B3 SA - Brasil Bolsa Balcao
R$ 18.26 bilhões R$ 15,53 3,81% 16,80 4,56 R$ 78.37 bilhões
44º
WEGE3 WEG SA
R$ 17.75 bilhões R$ 41,95 4,91% 29,44 10,43 R$ 176.08 bilhões
45º
EMBJ3 EMBRAER SA
R$ 17.19 bilhões R$ 69,67 0,96% 32,08 3,16 R$ 51.59 bilhões
46º
BNBR3 Banco do Nordeste do Brasil SA
R$ 16.60 bilhões R$ 108,22 6,56% 3,27 0,64 R$ 10.68 bilhões
47º
UGPA3 Ultrapar Participacoes SA
R$ 16.47 bilhões R$ 24,87 5,02% 9,63 1,75 R$ 27.75 bilhões
48º
MOTV3 MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE SA
R$ 16.34 bilhões R$ 14,00 2,75% 8,48 1,74 R$ 28.28 bilhões
49º
PSSA3 Porto Seguro SA
R$ 15.54 bilhões R$ 48,07 6,17% 8,48 2,01 R$ 31.08 bilhões
50º
HYPE3 Hypera SA
R$ 14.12 bilhões R$ 21,15 4,80% 9,17 1,09 R$ 14.89 bilhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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