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Ibovespa 170.257 pts 2.3%
IFIX 3.842,46 pts 0.46%
NASDAQ 26.854 pts 0.89%
Dow Jones 50.814 pts 1.01%
S&P 500 7.569,84 pts 0.52%
Dólar R$ 5,08
Euro R$ 5,90
Bitcoin R$ 327.929 1.58%
Ethereum R$ 9.194,28 0.45%
Petróleo (Brent) US$ 96,56 1.28%
Ouro US$ 4.480,33 1.3%

As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

Financeiro
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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
ITUB4 Itaú Unibanco
R$ 199.78 bilhões R$ 38,77 8,52% 9,51 2,21 R$ 209.71 bilhões
ITUB3 Itaú Unibanco
R$ 199.78 bilhões R$ 39,90 8,52% 9,51 2,21 R$ 224.15 bilhões
BBAS3 Banco do Brasil SA
R$ 186.52 bilhões R$ 19,58 4,10% 8,09 0,62 R$ 112.21 bilhões
BBDC4 Banco Bradesco
R$ 173.55 bilhões R$ 17,37 8,51% 7,88 1,08 R$ 91.86 bilhões
BBDC3 Banco Bradesco
R$ 173.55 bilhões R$ 15,11 8,83% 6,90 0,95 R$ 80.14 bilhões
SANB4 Banco Santander Brasil SA
R$ 97.21 bilhões R$ 13,90 8,52% 6,87 1,09 R$ 51.15 bilhões
SANB3 Banco Santander Brasil SA
R$ 97.21 bilhões R$ 12,93 8,31% 6,41 1,02 R$ 49.38 bilhões
SANB11 Banco Santander Brasil SA
R$ 97.21 bilhões R$ 26,72 8,50% 6,58 1,05 R$ 19.75 bilhões
ITSA4 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 90.20 bilhões R$ 12,60 9,32% 8,53 1,61 R$ 92.74 bilhões
10º
ITSA3 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 90.20 bilhões R$ 12,75 9,20% 8,64 1,63 R$ 49.13 bilhões
11º
BPAC5 Banco BTG Pactual SA
R$ 74.51 bilhões R$ 15,88 2,95% 9,39 2,18 R$ 47.20 bilhões
12º
BPAC3 Banco BTG Pactual SA
R$ 74.51 bilhões R$ 23,81 1,51% 18,27 4,24 R$ 173.78 bilhões
13º
BPAC11 Banco BTG Pactual SA
R$ 74.51 bilhões R$ 50,71 2,29% 12,08 2,81 R$ 223.43 bilhões
14º
BNBR3 Banco do Nordeste do Brasil SA
R$ 16.60 bilhões R$ 108,22 6,56% 3,27 0,64 R$ 10.68 bilhões
15º
PSSA3 Porto Seguro SA
R$ 15.54 bilhões R$ 48,07 6,17% 8,48 2,01 R$ 31.08 bilhões
16º
ALOS3 ALLOS SA
R$ 12.96 bilhões R$ 27,28 9,15% 17,18 1,10 R$ 13.75 bilhões
17º
BBSE3 BB Seguridade Participacoes SA
R$ 12.64 bilhões R$ 35,04 13,20% 7,48 5,44 R$ 68.03 bilhões
18º
BRSR3 Banco do Estado do Rio Grande
R$ 11.32 bilhões R$ 17,24 9,12% 4,49 0,63 R$ 3.54 bilhões
19º
BRSR6 Banco do Estado do Rio Grande
R$ 11.32 bilhões R$ 14,17 10,85% 3,78 0,53 R$ 2.87 bilhões
20º
BRSR5 Banco do Estado do Rio Grande
R$ 11.32 bilhões R$ 17,01 9,55% 4,39 0,61 R$ 23.36 milhões
21º
BAZA3 Banco da Amazonia SA
R$ 7.18 bilhões R$ 66,80 4,59 0,54 R$ 11.23 bilhões
22º
ABCB4 Banco ABC Brasil SA
R$ 7.15 bilhões R$ 23,88 10,03% 6,34 0,89 R$ 3.09 bilhões
23º
MULT3 Multiplan Empreendimentos Imob
R$ 6.48 bilhões R$ 28,58 3,64% 12,50 2,36 R$ 14.67 bilhões
24º
IRBR3 IRB Brasil Resseguros S/A
R$ 5.31 bilhões R$ 50,81 1,81% -104,19 0,79 R$ 4.14 bilhões
25º
BMGB4 Banco BMG SA
R$ 4.24 bilhões R$ 5,01 9,83% 5,50 0,77 R$ 1.17 bilhão
26º
BSLI3 BRB Banco de Brasilia SA
R$ 3.98 bilhões R$ 3,35 7,91% 2,56 0,45 R$ 1.07 bilhão
27º
LOGG3 LOG Commercial Properties e Pa
R$ 3.74 bilhões R$ 29,86 15,05% 5,94 0,64 R$ 2.62 bilhões
28º
BMEB4 Banco Mercantil do Brasil SA
R$ 2.98 bilhões R$ 76,80 1,87% 13,42 3,53 R$ 3.05 bilhões
29º
BMEB3 Banco Mercantil do Brasil SA
R$ 2.98 bilhões R$ 60,30 2,33% 9,76 2,57 R$ 5.07 bilhões
30º
BEES3 Banestes SA Banco do Estado do
R$ 2.44 bilhões R$ 8,80 8,96% 6,83 1,26 R$ 2.24 bilhões
31º
BEES4 Banestes SA Banco do Estado do
R$ 2.44 bilhões R$ 8,86 9,11% 6,72 1,24 R$ 827.50 milhões
32º
BPAR3 BANCO DO ESTADO DO PARA SA
R$ 2.22 bilhões R$ 180,00 4,45% 9,16 0,77 R$ 1.71 bilhão
33º
PINE4 Banco Pine SA
R$ 1.73 bilhão R$ 12,58 5,11% 7,28 2,19 R$ 1.63 bilhão
34º
PINE3 BANCO PINE SA
R$ 1.73 bilhão R$ 12,57 6,81 2,04 R$ 1.63 bilhão
35º
SCAR3 Sao Carlos Empreendimentos e P
R$ 1.04 bilhão R$ 12,85 52,21% 17,52 0,76 R$ 741.92 milhões
36º
RPAD5 Alfa Holdings SA
R$ 1.02 bilhão R$ 6,92 8,37% 6,70 0,56 R$ 99.05 milhões
37º
RPAD3 Alfa Holdings SA
R$ 1.02 bilhão R$ 7,50 0,12% 7,37 0,62 R$ 345.09 milhões
38º
RPAD6 Alfa Holdings SA
R$ 1.02 bilhão R$ 6,50 0,16% 6,38 0,54 R$ 158.32 milhões
39º
BGIP4 Banco do Estado de Sergipe SA
R$ 971.10 milhões R$ 30,91 10,72% 4,58 0,76 R$ 356.73 milhões
40º
BGIP3 Banco do Estado de Sergipe SA
R$ 971.10 milhões R$ 52,60 6,02% 7,42 1,22 R$ 607.05 milhões
41º
PEAB3 Cia de Participacoes Alianca d
R$ 926.67 milhões R$ 40,00 3,67% 16,07 0,78 R$ 372.69 milhões
42º
WIZC3 WIZ CO PARTICIPACOS E CORTGM DE SGURS SA
R$ 687.37 milhões R$ 7,54 8,01% 6,46 1,83 R$ 1.21 bilhão
43º
HBTS5 Cia Habitasul de Participacoes
R$ 657.45 milhões R$ 30,00 24,05% 3,26 0,42 R$ 178.51 milhões
44º
CSUD3 CSU DIGITAL SA
R$ 478.14 milhões R$ 16,34 13,37% 7,23 1,54 R$ 683.01 milhões
45º
LPSB3 LPS Brasil Consultoria de Imov
R$ 238.22 milhões R$ 1,52 13,71% 5,80 1,00 R$ 224.28 milhões
46º
FIGE3 INVESTIMENTOS BEMGE SA
R$ 190.78 milhões R$ 24,11 0,17% 4,83 0,41 R$ 19.10 milhões
47º
BMIN4 Banco Mercantil de Investiment
R$ 145.07 milhões R$ 17,85 7,95% 7,48 0,59 R$ 12.68 milhões
48º
BMIN3 Banco Mercantil de Investiment
R$ 145.07 milhões R$ 21,49 2,33% 9,35 0,73 R$ 88.43 milhões
49º
ARND3 REAG INVESTIMENTOS SA
R$ 116.22 milhões R$ 0,69 -0,20 0,80 R$ 97.28 milhões
50º
NORD3 Nordon Industrias Metalurgicas
R$ -184,112,000.00 R$ 1,86 -1,09 -0,07 R$ 12.32 milhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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