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Ibovespa 170.257 pts 2.3%
IFIX 3.842,46 pts 0.46%
NASDAQ 26.854 pts 0.89%
Dow Jones 50.814 pts 1.01%
S&P 500 7.569,84 pts 0.52%
Dólar R$ 5,08
Euro R$ 5,90
Bitcoin R$ 322.890 3.65%
Ethereum R$ 9.109,38 2.6%
Petróleo (Brent) US$ 97,03 1.07%
Ouro US$ 4.480,33 1.3%

As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

Bens Industriais
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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
WEGE3 WEG SA
R$ 17.75 bilhões R$ 41,95 4,91% 29,44 10,43 R$ 176.08 bilhões
EMBJ3 EMBRAER SA
R$ 17.19 bilhões R$ 69,67 0,96% 32,08 3,16 R$ 51.59 bilhões
MOTV3 MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE SA
R$ 16.34 bilhões R$ 14,00 2,75% 8,48 1,74 R$ 28.28 bilhões
RAIL3 Rumo SA
R$ 13.90 bilhões R$ 13,89 6,68% 24,52 1,84 R$ 25.82 bilhões
ECOR3 EcoRodovias Infraestrutura e L
R$ 4.09 bilhões R$ 7,07 8,12% 7,19 1,28 R$ 4.92 bilhões
POMO4 Marcopolo SA
R$ 4.06 bilhões R$ 5,71 15,58% 6,07 1,87 R$ 4.56 bilhões
POMO3 Marcopolo SA
R$ 4.06 bilhões R$ 5,67 15,81% 5,98 1,84 R$ 2.56 bilhões
RAPT4 Randon SA Implementos e Partic
R$ 3.11 bilhões R$ 4,98 -6,23 0,58 R$ 1.11 bilhão
RAPT3 Randon SA Implementos e Partic
R$ 3.11 bilhões R$ 5,08 -6,12 0,57 R$ 639.28 milhões
10º
FRAS3 Fras-Le SA
R$ 2.41 bilhões R$ 21,75 3,16% 24,13 2,54 R$ 6.10 bilhões
11º
TUPY3 Tupy SA
R$ 2.32 bilhões R$ 12,43 -2,29 0,73 R$ 1.65 bilhão
12º
MILS3 Mills Estruturas e Servicos de
R$ 1.78 bilhão R$ 15,23 6,99% 8,28 2,00 R$ 3.57 bilhões
13º
VLID3 Valid Solucoes e Servicos de S
R$ 1.71 bilhão R$ 17,24 9,56% 5,92 0,84 R$ 1.41 bilhão
14º
SHUL4 Schulz SA
R$ 1.53 bilhão R$ 4,81 12,92% 6,45 1,15 R$ 984.52 milhões
15º
ARML3 Armac Locacao Logistica
R$ 1.28 bilhão R$ 3,36 15,06% 25,00 0,99 R$ 1.16 bilhão
16º
ROMI3 Industrias Romi SA
R$ 1.24 bilhão R$ 6,33 8,37% 7,76 0,48 R$ 589.77 milhões
17º
TASA3 Taurus Armas SA
R$ 1.19 bilhão R$ 4,80 0,06% -18,72 0,59 R$ 245.23 milhões
18º
TASA4 Taurus Armas SA
R$ 1.19 bilhão R$ 4,39 0,07% -17,35 0,55 R$ 387.23 milhões
19º
JSLG3 JSL SA
R$ 1.17 bilhão R$ 5,78 30,55% -18,85 1,54 R$ 1.66 bilhão
20º
LOGN3 Log-in Logistica Intermodal SA
R$ 1.05 bilhão R$ 28,45 109,62 3,04 R$ 3.05 bilhões
21º
TGMA3 Tegma Gestao Logistica SA
R$ 911.02 milhões R$ 29,70 12,53% 8,50 2,22 R$ 1.96 bilhão
22º
ETER3 Eternit SA
R$ 830.70 milhões R$ 3,51 4,88% 4,55 0,26 R$ 216.84 milhões
23º
WLMM4 WLM Participacoes E Comercio D
R$ 793.17 milhões R$ 18,99 9,29% 8,64 0,86 R$ 376.83 milhões
24º
WLMM3 WLM Participacoes E Comercio D
R$ 793.17 milhões R$ 20,50 7,90% 9,23 0,92 R$ 339.71 milhões
25º
KEPL3 Kepler Weber SA
R$ 791.85 milhões R$ 6,43 6,15% 8,56 1,60 R$ 1.16 bilhão
26º
PRNR3 Priner Servicos Industriais SA
R$ 540.97 milhões R$ 17,59 25,41 2,03 R$ 999.96 milhões
27º
TPIS3 TPI - Triunfo Participacoes e
R$ 501.76 milhões R$ 9,48 5,50% -1,13 0,88 R$ 417.12 milhões
28º
MTSA4 Metisa Metalurgica Timboense S
R$ 463.12 milhões R$ 44,80 8,66% 10,92 0,92 R$ 205.06 milhões
29º
FRIO3 Metalfrio Solutions SA
R$ 390.96 milhões R$ 205,00 22,15 3,35 R$ 1.31 bilhão
30º
EALT3 Electro Aco Altona SA
R$ 364.86 milhões R$ 13,49 3,20% 5,19 0,83 R$ 131.53 milhões
31º
EALT4 Electro Aco Altona SA
R$ 364.86 milhões R$ 11,86 3,83% 4,77 0,76 R$ 151.22 milhões
32º
ALPK3 Allpark Empreendimentos Partic
R$ 361.76 milhões R$ 4,37 0,17% 72,76 2,72 R$ 958.37 milhões
33º
RSUL4 Metalurgica Riosulense SA
R$ 287.36 milhões R$ 64,34 3,84% 6,32 1,38 R$ 160.54 milhões
34º
MMAQ4 MINASMAQUINAS SA CORP
R$ 253.94 milhões R$ 2.550,01 41,68% 2,21 0,37 R$ 42.65 milhões
35º
MMAQ3 MINASMAQUINAS SA
R$ 253.94 milhões R$ 2.550,01 2,21 0,37 R$ 50.99 milhões
36º
LUXM4 Trevisa Investimentos SA
R$ 172.20 milhões R$ 3,25 4,11% 6,75 0,80 R$ 75.35 milhões
37º
AZEV4 Azevedo e Travassos SA
R$ 112.66 milhões R$ 0,13 -0,13 0,68 R$ 50.80 milhões
38º
AZEV3 Azevedo e Travassos SA
R$ 112.66 milhões R$ 0,16 -0,17 0,89 R$ 32.32 milhões
39º
CTAX3 CONTAX PARTICIPACOES SA EM RECPRACA JDCL
R$ 90.40 milhões R$ 0,52 -0,88 0,17 R$ 13.89 milhões
40º
SOND3 SONDOTECNICA ENGENHARIA DE SOLOS SA
R$ 71.56 milhões R$ 38,66 38,69% 2,81 1,33 R$ 33.09 milhões
41º
SOND6 Sondotecnica Engenharia de Sol
R$ 71.56 milhões R$ 80,00 23,43% 5,10 2,41 R$ 65.38 milhões
42º
DTCY3 DTCOM - Direct to Co SA
R$ 486.00 mil R$ 2,50 -42,68 57,26 R$ 26.70 milhões
43º
MWET4 Wetzel SA
R$ -7,726,000.00 R$ 14,00 -0,94 -3,97 R$ 19.21 milhões
44º
RCSL4 Recrusul SA
R$ -13,686,000.00 R$ 0,55 -4,04 -4,93 R$ 46.55 milhões
45º
PTBL3 Portobello SA
R$ -36,960,000.00 R$ 1,75 -0,88 -7,17 R$ 246.73 milhões
46º
BDLL4 Bardella SA Industrias Mecanic
R$ -252,658,000.00 R$ 3,75 -0,32 -0,02 R$ 3.72 milhões
47º
BDLL3 BARDELLA
R$ -252,658,000.00 R$ 6,00 -0,50 -0,04 R$ 3.64 milhões
48º
AERI3 AERIS
R$ -836,456,000.00 R$ 2,29 -0,15 -0,17 R$ 142.26 milhões
49º
INEP4 Inepar SA Industria e Construc
R$ -1,766,110,000.00 R$ 1,90 -0,22 -0,06 R$ 23.99 milhões
50º
INEP3 Inepar SA Industria e Construc
R$ -1,766,110,000.00 R$ 2,15 -0,22 -0,06 R$ 89.81 milhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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